Álgebra Linear

Combinações, Dependência, Bases e Transformações Lineares

Álgebra Linear

Essa ferramenta foi feita para auxiliar estudantes na Álgebra Linear através da visualização dos conceitos em conjunto com exemplos tradicionais.

Aqui é possivel ler o básico sobre Bases, Transformações Lineares e Operadores Lineares e visualizar como cada um deles afeta os vetores interagindo com eles na calculadora interativa em Visualização Interativa!

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Combinação e Dependência Linear

Combinação Linear

Combinação Linear é o vetor que resulta da soma de produtos de outros vetores por escalares. Algebricamente:

v = λ₁·v₁ + λ₂·v₂ + λ₃·v₃ + ... + λₙ·vₙ

Geramos um novo vetor v a partir de vetores dados v₁, v₂, ..., vₙ multiplicados por escalares λ₁, λ₂, ..., λₙ.

Importância:

Saber se um espaço vetorial possui vetores gerados por outros, e se um espaço pode ser gerado por um subespaço

Exemplo 1

Obter v a partir de v₁ e v₂:

v = 2·(1, 1) + 1·(0, 2)

v = (2, 2) + (0, 2)

v = (2, 4)

O vetor (2, 4) é combinação linear de (1, 1) e (0, 2)

Exemplo 2

Obter v₁ e v₂ a partir de λ₁ = (1, 1) e λ₂ = (2, 0):

v₁ = (2, 4):

2·(1, 1) + 1·(0, 2) = (2, 4)

v₂ = (5, 3):

5·(1, 0) + (-1)·(0, 2) = (5, 3)

Os vetores (2, 4) e (5, 3) são combinação linear de (1, 1) e (0, 2)

Dependência Linear

Dependência Linear ocorre quando pelo menos um vetor de um conjunto é combinação linear dos outros

Um conjunto é classificado como:

LD (Linearmente Dependente)

Pelo menos um vetor é gerado pelos outros

LI (Linearmente Independente)

Nenhum vetor é gerado pelos outros

Para conferir a dependência, analisamos a equação de combinação linear igualando ao vetor nulo:

λ₁·v₁ + λ₂·v₂ + λ₃·v₃ + ... + λₙ·vₙ = 0

Análise do Sistema:

1 SPD (solução trivial λ = 0) → LI
2 SPI (infinitas soluções) → LD
3 Se n > dimensão do espaço → LD
Exemplo 3 Conjunto LI

Verificar se {(1, 3), (2, 4)} ⊂ ℝ² é LI ou LD:

λ₁·(1, 3) + λ₂·(2, 4) = (0, 0)

λ₁ + 2λ₂ = 0

3λ₁ + 4λ₂ = 0

Matriz aumentada:

12|0
34|0

Após L₂→L₂-3L₁:

12|0
0-2|0

PA = PB = 2 (SPD)

Solução única: λ₁ = λ₂ = 0

O conjunto é LI!

Exemplo 4 Conjunto LD

Verificar se {(1, 2), (2, 4)} ⊂ ℝ² é LI ou LD:

λ₁·(1, 2) + λ₂·(2, 4) = (0, 0)

λ₁ + 2λ₂ = 0

2λ₁ + 4λ₂ = 0

Observe: L₂ = 2·L₁ (linhas proporcionais)

2λ₁ + 4λ₂ = 2·(λ₁ + 2·λ₂)

2λ₁ + 4λ₂ = 2·λ₁ + 4·λ₂

0 = 0

λ₁ = -2λ₂

SPI (infinitas soluções)

Ex: λ₁ = 2, λ₂ = -1 (solução não-trivial)

O conjunto é LD!

De fato: (2, 4) = 2·(1, 2)

Bases

Gerando Espaços Vetoriais

Alguns conjuntos vetoriais conseguem gerar Espaços Vetoriais através da combinação linear de seus vetores. A verificação é semelhante à análise de dependência linear, porém igualamos as equações às coordenadas xᵢ de um vetor qualquer ao invés de zero.

v = λ₁·v₁ + λ₂·v₂ + λ₃·v₃ + ... + λₙ·vₙ

O vetor v é igualado a um vetor qualquer de V, escrito como (x₁, x₂, ..., xₙ). O sistema resultante é:

λ₁a₁ + λ₂a₂ + ... + λₙaₙ = x₁

λ₁b₁ + λ₂b₂ + ... + λₙbₙ = x₂

λ₁m₁ + λ₂m₂ + ... + λₙmₙ = xₙ

Para gerar o espaço, o sistema deve ser SPD (Sistema Possível Determinado)

Exemplo 5 Conjunto que gera o espaço

Seja V = ℝ², α = {(1, 4), (2, 0)} e α ⊂ V:

Sistema:

λ₁·1 + λ₂·2 = x₁

λ₁·4 + λ₂·0 = x₂

Matriz:

12
40
·
λ₁
λ₂
=
x₁
x₂

det(A) = 1·0 - 2·4 = -8 ≠ 0

O conjunto α GERA o espaço V!

Solução:

λ₁ = (x₁·0 - 2·x₂)/(-8) = x₂/4 , λ₂ = (1·x₂ - x₁·4)/(-8)(4x₁ - x₂)/8

Exemplo 6 Conjunto que NÃO gera o espaço

Seja V = ℝ², α = {(1, 3), (2, 6)} e α ⊂ V:

12|x₁
36|x₂
L₂→L₂-3L₁
12|x₁
00|x₂-3x₁

O conjunto α NÃO gera V

Gera apenas o subconjunto W = {(x₁, 3x₁)}

Base

Uma base é um conjunto de vetores LI que consegue gerar um Espaço Vetorial V

Isso significa que todos os vetores de V podem ser gerados com os vetores da base β, e essa base tem o número mínimo de vetores necessários para gerar V.


Método para verificar se β é base de V:

  1. 1 Testar se o conjunto gera o espaço
  2. 2 Testar se o conjunto é Linearmente Independente
  3. 3 Se o conjunto for LI e gerar o espaço, então ele é base!
Exemplo 7 Verificando se é base

Usando α = {(1, 4), (2, 0)} do exemplo anterior:

Sistema:

λ₁·1 + λ₂·2 = x₁

λ₁·4 + λ₂·0 = x₂

Matriz:

12
40
·
λ₁
λ₂
=
x₁
x₂

Solução:

1. det(A) = 1·0 - 2·4 = -8 ≠ 0 (Gera o espaço!)


λ₁ = (x₁·0 - 2·x₂)/(-8) = x₂/4 ,

λ₂ = (1·x₂ - x₁·4)/(-8) = (4x₁ - x₂)/8


2. Com x₁ = x₂ = 0:

λ₁ = 0/4 = 0

λ₂ = (4·0 - 0)/8 = 0

O conjunto é LI!

O conjunto α É BASE de V!

Bases Canônicas

Os conjuntos V = ℝⁿ têm bases canônicas com a seguinte forma:

β = {(1,0,0,...,0), (0,1,0,...,0), (0,0,1,...,0), ..., (0,0,0,...,1)}

Onde β contém n vetores com n elementos

e₁

(1, 0, ...)

e₂

(0, 1, ...)

e₃

(0, 0, 1, ...)

eₙ

(..., 0, 1)

Mudança de Base

Mudança de Base

Os coeficientes λ's são as Coordenadas do Vetor na Base β e representam como o vetor é escrito na base β.

Um vetor v = (x₁, x₂, ..., xₙ) na base canônica

Será escrito como [v]β = (λ₁, λ₂, ..., λₙ) na base β

Exemplo 8 Convertendo coordenadas

Seja v = (2, 4) ∈ ℝ² e a base β = {(1, 4), (2, 0)}:

Substituindo x₁ = 2, x₂ = 4:

λ₁ = 4/4 = 1

λ₂ = (4·2 - 4)/8 = 1/2

(2, 4) (1, ½)β

#

Transformação Linear

Transformações Lineares

Uma transformação linear é uma "função" que descreve uma relação entre dois espaços vetoriais. Algebricamente, isso é escrito como:

T : ℝⁿ → ℝᵐ
T : V → W, onde V = ℝⁿ e W = ℝᵐ
(ou seja, V e W são espaços vetoriais)

T(v) = w, onde v ∈ ℝⁿ e w ∈ ℝᵐ

Normalmente, isso é feito através de uma multiplicação matricial de um vetor pela matriz da transformação linear, ou por substituição direta na transformação.

Formas de resolver uma transformação linear:

Forma 1:
T(v) = w (Substituição na transformação)

Forma 2:
[T]·[v] = [w] (Multiplicação de matrizes)

Nomes Especiais:

  • Aplicação de V em W ou Transformação de V em W - o processo geral
  • Operador Linear - quando V = W (transformação do espaço em si mesmo)

Método para verificar se T é Transformação Linear:

  1. 1 Testar se T(0) = 0
  2. 2 T(u + v) = T(u) + T(v)
  3. 3 T(λv) = λ ⋅ T(v)
Exemplo 9 Substituição na transformação

Sendo T(x, y, z) = (x + z, y) e v = (v₁, v₂, v₃) ∈ ℝ³:

Substituindo T(x, y, z) pelas coordenadas de v:

T(v) = T(v₁, v₂, v₃)

T(v₁, v₂, v₃) = (v₁ + v₂, v₃)

T(v) = (v₁ + v₂, v₃)

Exemplo 10 Multiplicação de matrizes

Sendo T(x, y, z) = (x + z, y) e v = (v₁, v₂, v₃) ∈ ℝ³:

Montando a matriz [T]:

[T] =

101
010

Aplicando a transformação T em v:

[T]·[v] =

=
101
010
·
v₁
v₂
v₃
=
v₁ + v₂
v₃

[T]·[v] =

v₁ + v₂
v₃

Matriz Transformação

A Matriz Canônica da Transformação (ou simplesmente Matriz Transformação) é representada por [T] e permite calcular T(v) através de multiplicação matricial:

[T] · [v] = [w]

Para encontrar [T], "decompomos" a transformação

Exemplo 11 Encontrando a Matriz Transformação

Seja T(x, y, z) = (x + z, y) e v = (v₁, v₂, v₃) ∈ ℝ³:

T(x, y, z) = (x + z, y)

Decompondo:

T(x, y, z) = (x + z, 0) + (0, y)

T(x, y, z) = (x, 0) + (0, y) + (z, 0)

T(v) = v₁·(1, 0) + v₂·(0, 1) + v₃·(1, 0)

Os vetores descompostos formam as colunas de [T]:

Coluna 1: (1, 0) [multiplica v₁]

Coluna 2: (0, 1) [multiplica v₂]

Coluna 3: (1, 0) [multiplica v₃]

Matriz [T]:

101
010

Verificação:

[T]·[v] =

101
010
·
v₁
v₂
v₃
=
v₁ + v₂
v₃
#

Núcleo e Imagem

Núcleo da Transformação

O Núcleo da Transformação Linear (ou simplesmente Núcleo) é representado por N(T) ou Ker(T) e é o conjunto de todos os vetores v que se tornam nulos após a aplicação de [T].

Algebricamente, o conjunto é achado por:

T(v) = 0

ou

[T]·[v] = [0]

Como T(0) sempre é 0 (a transformação linear do vetor nulo sempre é o vetor nulo),
o Ker(T) sempre contém pelo menos o vetor nulo.

Como o Núcleo é um subespaço vetorial, a dimensão do Nucleo (dim Ker(T)) é a quantidade de vetores não nulos e com "formas" distintas em Ker(T).

Caracteristicas Notáveis do Ker (T):

  1. 1 Ker(T) NUNCA é vazio
  2. 2 Se dim Ker(T) = 0, ou seja Ker(T) = {0}, então T:V→W é injetora
Exemplo 12 Achando o núcleo

Sendo T(x, y, z) = (x + z, x - y) e T:ℝ³→ℝ²:

Sistema formado por T(x, y, z) = (0, 0):

T(x, y, z) = (x + z, x - y)

=>

(x + z, x - y) = (0, 0)

=>

x + z = 0
x - y = 0

Matriz:

101
1-10
·
x
y
z
=
0
0

Solução usando Gauss-Jordan:

101|0
1-10|0
L2 → L2 - 1·L1
101|0
0-1-1|0
L2 → (-1)·L2
101|0
011|0
=>

=>

x + z = 0
y + z= 0

=>

x = -z
y = -z

=>

v = (x, y, z) = (-z, -z, z)

=>

v = z·(-1, -1, 1)

=>

Ker(T) = z·(-1, -1, 1)

=>

Ker(T) = {(-1, -1, 1)}

O Ker(T) contem apenas os vetores com a forma (-1, -1, 1)!
(Ex: (-2, -2, 2), (1, 1, -1), (-1, -1, 1))

Imagem da Transformação

A Imagem da Transformação Linear (ou simplesmente Imagem) é representada por Im(T) e é o conjunto de todos os vetores w que são gerados por [T].

Algebricamente, o conjunto é achado por:

T(v) = w

ou

[T]·[v] = [w]

Como T(0) sempre é 0 (a transformação linear do vetor nulo sempre gera o vetor nulo),
a Im(T) sempre contém pelo menos o vetor nulo.

Como a Imagem é um subespaço vetorial, a dimensão da Imagem (dim Im(T)) é a quantidade de vetores não nulos e com "formas" distintas em Im(T).

Caracteristicas Notáveis da Im (T):

  1. 1 Im(T) NUNCA é vazio
  2. 2 Se dim Im(T) = dim W, então T:V→W é sobrejetora
  3. 3 Se os vetores de Im(T) gerarem W, então Im(T) é o prórpio conjunto W (Im(T)=W)
Exemplo 13 Achando a imagem

Sendo T(x, y, z) = (x + z, x - y) e T:ℝ³→ℝ²:

Sistema formado por T(x, y, z) = (a, b):

T(x, y, z) = (x + z, x - y)

=>

(x + z, x - y) = (a, b)

=>

x + z = a
x - y = b

Matriz:

101
1-10
·
x
y
z
=
a
b

Solução usando Gauss-Jordan:

101|a
1-10|b
L2→ L2 - 1·L1
101|a
0-1-1|b - a
L2 → (-1)·L2
101|a
011|a - b
=>

=>

x + z = a
y + z = a - b

=>

w = (a, a - b)

=>

v = (a, a) + (0, -b)

=>

v = a·(1, 1) + b·(0, -1)

=>

Im(T) = {(1, 1) , (0, -1)}

Como os vetores de Im(T) geram o espaço ℝ², a Im(T) é o próprio conjunto dos ℝ²!
(Algebricamente, Im(T) = ℝ²)

#

Operador Linear

Operadores Lineares

Um operador linear é um tipo especifico de transformação linear, na qual a transformação do espaço é feita no mesmo espaço. Algebricamente, isso é escrito como:

- T : ℝⁿ → ℝⁿ
- T : V → V, onde V = ℝⁿ
(ou seja, V é espaço vetorial)
- T(v) = w, onde v e w ∈ ℝⁿ

Normalmente, por serem usados para manipular objetos que podemos ver, n = 2 ou n = 3, ou seja, os operadores lineares são usados em espaços 2D ou 3D.

    Alguns operadores lineares notáveis:

  1. 1 [Tdil/contr], operador de dilatação/contração
  2. 2 [Treflexão2D], operador de reflexão em espaços bidimencionais
  3. 3 [Treflexão3D], operador de reflexão em espaços tridimencionais
  4. 4 [Texp/comp], operador de expansão/compressão
  5. 5 [T𝜽], operador de rotação em 𝜽
  6. 6 [Tc], operador de cisalhamento em espaços bidimencionais

[Tdil/contr] operador de dilatação/contração

O Operador Linear de Dilatação e Contração (ou simplesmente operador de dilatação/contração) é representado por [Tdil/contr] e altera o tamanho do vetor.

Sua forma matricial é:

k0
0k

, para n = 2

k00
0k0
00k

, para n = 3

Em que k > 0

Se 1 > k > 0, o operador é de CONTRAÇÃO, ou seja, o tamanho do vetor diminui.

Se 1 < k, o operador é de DILATAÇÃO, ou seja, o tamanho do vetor aumenta.

[Treflexão2D] operador de reflexão em espaços bidimencionais

O Operador Linear de Reflexão em duas dimensões (ou simplesmente operador de reflexão 2D) é representado por [Treflexão2D] e altera a direção de uma das coordenadas do do vetor (como um espelho!).

Sua forma matricial é:

-10
01

, para reflexão em x

10
0-1

, para reflexão em y

Isso é especialmente útil para prever a imagem de um objeto que se encontra em um plano paralelo a um espelho plano.

[Treflexão3D] operador de reflexão em espaços tridimencionais

O Operador Linear de Reflexão 3D (ou simplesmente operador de reflexão 3D) é representado por [Treflexão3D] e altera a direção de uma das coordenadas do do vetor (como um espelho!).

Sua forma matricial é:

100
010
00-1

, para reflexão em torno do plano xy

-100
010
001

, para reflexão em torno do plano yz

100
0-10
001

, para reflexão em torno do plano xz

Isso é especialmente útil para prever a imagem de um espelho plano de um objeto que se encontra em um plano qualquer.

[Texp/comp] operador de expansão/compressão

O Operador Linear de Expansão e Compressão (ou simplesmente operador de expansão/compressão) é representado por [Texp/comp] e altera o apenas uma das coordenadas do vetor (o aumento é geometrico!).

Sua forma matricial é:

k0
01

, para n = 2, manipulando x

10
0k

, para n = 2, manipulando y

k00
010
001

, para n = 3, manipulando x

100
0k0
001

, para n = 3, manipulando y

100
010
00k

, para n = 3, manipulando z

Em que k > 0

Se 1 > k > 0, o operador é de COMPRESSÃO.

Se 1 < k, o operador é de EXPANSÃO.

[T𝜽] operador de rotação em 𝜽

O Operador Linear de Rotação em 𝜽 (ou simplesmente operador de rotação em 𝜽) é representado por [T𝜽] e rotaciona o vetor em 𝜽 graus no sentido ANTI-HORÁRIO

Sua forma matricial é:

cos(𝜽r)-sin(𝜽r)
sin(𝜽r)cos(𝜽r)

(para n = 2)

100
0cos(𝜽r)-sin(𝜽r)
0sin(𝜽r)cos (𝜽r)

(para n = 3, rotacionando em torno de x)

cos(𝜽r)0sin(𝜽r)
010
-sin(𝜽r)0cos(𝜽r)

(para n = 3, rotacionando em torno de y)

cos(𝜽r)-sin(𝜽r)0
sin(𝜽r)cos(𝜽r)0
001

(para n = 3, rotacionando em torno de z)

Em que 𝜽r está em radianos, ou seja, para rotacionar 𝜽 graus, 𝜽r deverá ser 𝜽 · π / 180

Se n = 2, o operador gira em torno da origem.

Se n = 3, o operador é de gira em torno de um eixo, normalmente.

[Tc2D] operador de cisalhamento em espaços bidimencionais

O Operador Linear de Cisalhamento em duas dimensões (ou simplesmente operador de cisalhamento 2D) é representado por [Tc2D] e altera o tamanho de uma das coordenadas em função da outra.

Sua forma matricial é:

1k
01

, para cisalhamento em x

10
k1

, para cisalhamento em y

Se considerarmos um retângulo, o [Texp/comp] mudaria a altura ou a largura de um retângulo, o [Tc2D] transformaria um quadrado em um paralelogramo qualquer.

Visualização Interativa

(No computador) Tanto o plano cartesiano quanto o vetor v podem ser manipulados ao pressionar o botão direito do mouse sobre eles e os arrastar e o scroll do mouse pode ser usado para dar zoom

(No celular) Tanto o plano cartesiano quanto o vetor v podem ser manipulados ao tocá-los e arrastá-los e fazer um movimento de pinça dar zoom

Resumo Rápido

Combinação

v = Σλᵢvᵢ

Dependência

Σλᵢvᵢ = 0

Gera V?

det ≠ 0

É Base?

Gera + LI

Coords

[v]β = (λᵢ)

Transformação Linear

T(v) = w

v ∈ ℝⁿ, w ∈ ℝᵐ

Matriz Transformação

[T] · [v] = [w]

Núcleo

Ker(T) = {v}

T(v) = 0

Imagem

Im(T) = {w}

T(v) = w

Operador Linear

T(v) = w

v e w ∈ ℝⁿ